C-Level sênior na sua operação — na velocidade que a crise exige.
Executivos seniores sob demanda — CEO, CFO e CRO interinos — focados em melhoria de EBITDA, geração de caixa imediata e governança. Sócios na operação, não no PowerPoint.
Há momentos em que a empresa não pode esperar um recrutamento.
Gestão interina existe para o intervalo mais perigoso da vida de uma empresa: quando a cadeira mais importante precisa de alguém à altura — agora. Estes são os sinais de que a conversa precisa acontecer:
Cadeira vazia em momento crítico
Saída de CEO ou CFO no meio de crise ou transição. Cada semana sem comando é caixa que escapa, decisão que trava e equipe que se dispersa.
Conflito societário travando decisões
Quando os sócios não se entendem, a operação paga a conta. Um executivo interino atua como terceiro neutro, com mandato claro acordado por todos.
RJ ou turnaround sem gestão à altura
O plano existe, aprovado e homologado — falta quem execute. Reestruturação sem execução sênior no comando é plano que morre na gaveta.
Do mandato à transição, ponta a ponta.
Mandato definido
Escopo, poderes, métricas e prazo acordados com os sócios antes de sentar na cadeira. Todo mundo sabe o que o interino pode decidir, o que deve entregar e quando sai — sem zona cinzenta.
Imersão e controle de caixa
Nas primeiras semanas, o essencial fica sob controle: caixa, contratos e pessoas-chave. Metodologia Imersão→Plano→Execução→Resultado, com cadência semanal de KPIs nos primeiros 90 dias.
Execução com autoridade
Decisões tomadas e implementadas — não recomendadas em relatório. Governança de verdade: gestão baseada em KPIs acionáveis e reporte transparente ao conselho e aos sócios.
Transição planejada
A saída faz parte do mandato: sucessor preparado e governança implantada. Interino bom trabalha, desde o primeiro dia, para não ser mais necessário.
Interino não é tapa-buraco.
Contratar um executivo de mercado leva meses de recrutamento — e ainda carrega o risco de adaptação. Um sócio sênior interino entra em dias, com mandato de resultado: EBITDA, caixa e marcos de governança definidos antes do primeiro dia. E não sai deixando dependência: sai deixando conselho implementado e gestão baseada em KPIs acionáveis, para a empresa continuar andando sem ele.
Ler: o conselheiro que faz acontecerO que todo sócio pergunta antes de contratar um interino.
Gestão interina substitui o dono?
Não — complementa. O mandato é definido com os sócios, que mantêm o controle da empresa. O executivo interino executa: assume a cadeira com escopo, poderes e métricas acordados, e reporta aos sócios e ao conselho durante todo o período.
Em quanto tempo o executivo assume?
A conversa inicial com sócio sênior acontece em até 72 horas, sem custo e sob sigilo. Definido o mandato, a entrada na operação acontece em dias — não nos meses que um processo de recrutamento tradicional exige.
Que posições vocês cobrem?
CEO, CFO e direção de reestruturação (CRO), conforme o mandato definido com os sócios. Em todos os casos, executivos seniores focados em melhoria de EBITDA, geração de caixa imediata e governança.
Como se mede o sucesso?
Pelas métricas definidas no mandato: EBITDA, caixa e marcos de governança. O acompanhamento tem cadência semanal de KPIs nos primeiros 90 dias — resultado se mede em número, não em impressão.
Quanto tempo dura um mandato interino?
O necessário para estabilizar a operação e transicionar. Mandatos são por resultado, com saída planejada — sucessor preparado e governança implantada —, não contratos abertos que se perpetuam.
Conversa com sócio sênior em até 72 horas.
Sem apresentação genérica. Sem júnior na linha. Cada semana com a cadeira vazia custa caro — a conversa certa agora custa zero.