M&A com valuation que sobrevive à due diligence.
Execução ponta a ponta de projetos de M&A — sell-side e buy-side — com valuation especializado e foco em maximização de valor. Sócios na operação, não no PowerPoint.
Janelas de aquisição abrem e fecham em meses, não anos.
Transação boa não acontece por acaso — acontece para quem chega preparado quando a janela abre. Do lado de quem vende ou de quem compra, estes são os cenários em que a conversa precisa acontecer agora:
Cenário de venda
Um consolidador setorial está procurando alvos no seu mercado. Quem chega despreparado à mesa paga o preço: preparação inadequada custa de 15% a 30% do valuation final.
Cenário de compra
Um concorrente em estresse virou ativo estratégico — carteira, capacidade, time. A janela para esse movimento se mede em meses, e quem tem tese e valuation prontos fecha primeiro.
Sucessão ou sócio saindo
Sem sucessor natural, ou com sócio querendo sair, a transação bem estruturada é solução de governança — resolve o impasse com preço justo, em vez de deixá-lo corroer a empresa.
Do valuation ao closing, ponta a ponta.
Valuation independente
Premissas defensáveis, cenários construídos com método e um número que sustenta a mesa de negociação. Não é o valor que o dono gostaria — é o valor que resiste ao escrutínio da outra parte.
Preparação do ativo
Arrumar a casa antes do teaser: números auditáveis, contratos organizados, passivos mapeados. É essa arrumação que evita o desconto de 15% a 30% que a falta de preparo cobra no preço final.
Condução da transação
Teaser, NDA, abordagem e negociação com as contrapartes certas, gestão do processo competitivo. Conduzimos a transação ao lado da gestão — cada etapa com número que sustenta a proposta.
Due diligence e fechamento
Acompanhamento da due diligence até o closing: dataroom organizado, respostas rápidas, sem surpresa de última hora. A transação só termina quando o dinheiro muda de mão — e nós ficamos até lá.
O vendedor quer 2x. O comprador paga 1x.
A distância entre a expectativa do dono e o preço que fecha é o que mata a maioria das transações. Esse gap não se fecha na retórica — se fecha com preparação e com uma narrativa de números que o comprador não consegue derrubar: premissas defensáveis, riscos mapeados antes que a diligence os encontre, e um processo conduzido para gerar competição pelo ativo.
Ler: o vendedor quer 2x, o comprador paga 1xO que todo empresário pergunta antes de uma transação.
Quanto vale minha empresa?
Depende de premissas defensáveis — múltiplos do setor, geração de caixa, riscos mapeados. Um número sem método não sobrevive à due diligence. Nosso valuation é construído para sustentar a mesa de negociação: cada premissa tem lastro, cada cenário tem lógica, e o comprador não encontra furo.
Vale vender agora ou preparar a empresa antes?
Preparação inadequada custa entre 15% e 30% do valuation final — quase sempre vale preparar. E preparar significa meses de arrumação, não anos: números auditáveis, contratos organizados, passivos mapeados. O diagnóstico inicial mostra o que precisa ser arrumado e quanto isso muda o preço.
Vocês atuam do lado do comprador?
Sim. No buy-side conduzimos o ciclo completo: construção da tese de aquisição, identificação e abordagem do alvo, valuation independente, negociação e acompanhamento da due diligence até o fechamento.
Como fica o sigilo durante o processo?
O processo é conduzido sob NDA desde a primeira conversa. Quem atende é sócio sênior — sem júnior na linha — e a informação circula apenas entre quem precisa saber, no momento em que precisa saber.
Empresa em crise pode ser vendida?
Sim. O distressed M&A é alternativa real ao encerramento da operação. A diferença está no tempo e no preparo: a janela é curta, e a forma como o ativo chega à mesa muda o preço. Quanto antes a conversa acontece, mais alternativas existem.
Conversa com sócio sênior em até 72 horas.
Sem apresentação genérica. Sem júnior na linha. Janelas de aquisição fecham em meses — a conversa certa agora custa zero.